Mostrando postagens com marcador liderança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador liderança. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

8 mitos sobre liderança em que você deve parar de acreditar

(Imagem: Shutterstock)

Assim como há uma infinidade de livros sobre liderança escritos por todo o mundo, muitos mitos sobre a habilidade também são espalhados por aí. Consultamos especialistas e reunimos oito afirmações sobre o assunto muito difundidas que são, na verdade, mentiras. Veja a seguir:

1 - Líder nasce líder

"Fulano é um líder nato". Talvez esta seja uma das frases mais ouvidas quando se trata de liderança. Mas, acredite, não passa de um mito. Segundo o especialista em gestão de pessoas e professor do Insper José Valério Macucci, ninguém nasce predisposto a influenciar pessoas e algumas características básicas da liderança podem ser aprimoradas ou até mesmo aprendidas com o tempo.

"A organização e a disciplina, por exemplo, são pontos que podem ser trabalhados". Por outro lado, o respeito às pessoas é um valor que é adquirido na primeira infância - ou seja nos primeiros anos de vida de uma criança. "Mas não é uma questão de genética. É um valor repassado pelos pais", afirma o professor. Fernando Jucá, sócio da consultoria Atingire, concorda: "todos podem ser líderes, mas alguns não querem, porque não é fácil".

2 - O líder sempre ocupa cargos no alto escalão de uma empresa


Ao contrário do que se pensa, a liderança não é exercida "de cima para baixo" dentro de uma organização. Ela acontece em todos os níveis, porque é um processo de influência. Segundo Jucá, qualquer pessoa se torna um líder quando impulsiona a performance dos demais, ajuda a construir o futuro da organização e promove o engajamento e o desenvolvimento de uma equipe.

"A liderança não pode ser instituída com um cargo porque ela não é imposta. O liderado precisa aceitar", diz Renato Ferreira, coordenador dos cursos de especialização da FGV-EASP, a escola de administração da Fundação Getúlio Vargas. Por esse mesmo motivo, segundo ele, nem todos os que ocupam cargos altos em uma determinada empresa são de fato líderes. "Aquele chefe que é respeitado por obediência, e não por influência, na verdade não é um líder".

3 - O líder é uma pessoa extrovertida


Muita gente confunde exercício de liderança com carisma pessoal. "Muitas vezes as pessoas tímidas e intorvertidas são muito mais atentas aos detalhes e muito mais dedicadas. O que interessa, na verdade, é a profundidade técnica. É isso que diferencia um líder de um animador de auditório", defende Macucci. Porém, isso não significa que os mais falantes não possam ser bons líderes, tudo depende do conteúdo, segundo ele.

4 - O líder tem que saber "falar bem"

Mais do que saber falar, alguém só é mesmo líder quando sabe ouvir, segundo o professor Renato Ferreira. "A liderança é um processo de conexão que vai além da relação formal estabalecida por modelos hierárquicos. Por isso, o líder precisa conhecer as necessidades das pessoas com quem ele interage".

5 - O bom líder elogia em público e corrige em particular

De acordo com o professor Macucci, o feedback possitivo em público pode, às vezes, cruzar a fronteira da "bajulação". Da mesma forma, ele diz que, em determinadas situações, o erro de uma pessoa deve ser exposto ao grupo para gerar aprendizado. "Mas isso precisa ser feito sem procurar culpados, para não gerar conflito".

6 - O líder é aquele que tem servidores

A imagem do líder que tem vários subordinados e tem o poder de delegar muitas tarefas pode estar no imaginário de muita gente. Porém, "a relação é justamente inversa, líder é aquele que serve as outras pessoas", afirma Fernando Jucá, sócio da consultoria Atingire.

7 - O líder deve ser amigo dos colaboradores

Não basta proteger e ser amigo. Um líder precisa influenciar e contribuir para o crescimento de quem ele comanda. "Aqueles que nos fazem ser melhores do que achávamos que podíamos ser é que marcam a nossa vida", diz Jucá.

8 - Existe uma receita para a liderança efetiva

Estudar inúmeros livros com dicas sobre como se tornar um líder efetivo, não fará o menor sentido caso a pessoa em questão não conheça bem o time que ela pretende liderar. Segundo Ferreira, "para poder exercer influência sobre alguém, é preciso entender as suas características". Segundo ele, a liderança varia de acordo com as pessoas e as situações.

Fonte: exame.com.br

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Mulheres são melhores líderes que homens


Mulheres que ocupam cargos executivos são vistas como melhores líderes do que os homens, aponto um novo estudo da Universidade Duke, dos Estados Unidos. O importante, de acordo com os especialistas, é que elas quebrem a barreira do estereótipo de que são muito “sensíveis” para comandar uma negociação.

A pesquisa, que foi publicada no Journal of Applied Psychology, concluiu que as mulheres são consideradas mais eficientes para assumir cargos de lideranças, e elas também sabem levar melhor os relacionamentos profissionais do que os homens. “Em ambientes de negócios, competência e simpatia costumam ter um certo nível de compatibilidade para as mulheres”, destaca o coordenador Ashleigh Rosestte.

Avaliação

O levantamento para avaliar o papel das mulheres à frente dos negócios foi feito com mais de 300 estudantes da universidade – de graduação e pós-graduação -, que analisaram as características de líderes fictícios. Quando compararam as trajetórias de mulheres e homens citados e a razão de seu sucesso, eles se mostraram mais favoráveis à ascensão delas. Eles justificaram dizendo que as mulheres são mais competentes, principalmente por enfrentar os preconceitos da sociedade para assumir funções antes exclusivamente masculinas.

“Muitas vezes, as mulheres têm que trabalhar duas vezes mais para obter a metade do reconhecimento conferido aos homens. Então, executivas bem-sucedidas podem se beneficiar desta percepção, levando vantagem no posto de líder”, explica Rosestte, salientando que os traços de um líder tradicional, geralmente remetidos a um homem, devem ser eliminados.

Fonte: Revista Exame

terça-feira, 20 de junho de 2017

“O problema sempre sou eu”: como combater essa crença e cultivar o otimismo?


O otimismo é um dos atributos mais preciosos dos líderes positivos. Sem essa qualidade, o caminho para o sucesso torna-se árduo – e provavelmente impossível. O interessante é que, segundo Martin Seligman, o “pai” da psicologia positiva, o otimismo pode ser aprendido. Para isso, é fundamental livrar-se de crenças como “o problema sou eu, essa situação nunca irá mudar e irá afetar todas as minhas outras ações”.

O otimista tem facilidade de adaptar-se às mudanças e situações adversas em sua carreira e na vida pessoal. A explicação para isso é que, por entender que os imprevistos fazem parte da rotina, o otimista não perde o controle diante da primeira dificuldade que aparece em seu caminho. Além disso, graças à sua capacidade de encontrar soluções, consegue manter o controle de sua vida, superando as dificuldades sem se vitimizar.

O pessimista, em contrapartida, culpa a si mesmo – ou outras pessoas – por todos os seus problemas e insucesso. Ele tende a falhar ao enfrentar os desafios, tendo em vista que não acredita em sua própria capacidade de enfrentá-los. Além disso, enquanto os otimistas enxergam as dificuldades como “efêmeras”, os pessimistas têm a crença de que as dificuldades vão “durar para sempre” ou voltarão a se repetir “o tempo todo”.

Mas, afinal de contas, como desenvolver o otimismo?

Como mostram as pesquisas, as crenças que adotamos diante das dificuldades determinam o nosso otimismo e, consequentemente, o nosso sucesso ou fracasso e o nosso bem-estar ou mal-estar. Desta forma, o caminho para se tornar otimista é transformar as crenças geradoras de uma visão pessimista dos fatos em crenças pautadas em nossas potencialidades e capacidade de enfrentar os desafios essenciais para o sucesso.

Para se aprofundar nesse tema, veja mais dicas:


Mestre em psicologia positiva aplicada, Flora Victoria é presidente da SBCOACHING; Training e diretora educacional do SBCOACHING Group.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

8 mitos sobre liderança em que você deve parar de acreditar


Assim como há uma infinidade de livros sobre liderança escritos por todo o mundo, muitos mitos sobre a habilidade também são espalhados por aí. Veja oito afirmações sobre o assunto muito difundidas que são, na verdade, mentiras.

1 - Líder nasce líder

“Fulano é um líder nato”. Talvez esta seja uma das frases mais ouvidas quando se trata de liderança. Mas, acredite, não passa de um mito. Segundo o especialista em gestão de pessoas e professor do Insper José Valério Macucci, ninguém nasce predisposto a influenciar pessoas e algumas características básicas da liderança podem ser aprimoradas ou até mesmo aprendidas com o tempo.

“A organização e a disciplina, por exemplo, são pontos que podem ser trabalhados”. Por outro lado, o respeito às pessoas é um valor que é adquirido na primeira infância – ou seja nos primeiros anos de vida de uma criança. “Mas não é uma questão de genética. É um valor repassado pelos pais”, afirma o professor. Fernando Jucá, sócio da consultoria Atingire, concorda: “todos podem ser líderes, mas alguns não querem, porque não é fácil”.

2 - O líder sempre ocupa cargos no alto escalão de uma empresa

Ao contrário do que se pensa, a liderança não é exercida “de cima para baixo” dentro de uma organização. Ela acontece em todos os níveis, porque é um processo de influência. Segundo Jucá, qualquer pessoa se torna um líder quando impulsiona a performance dos demais, ajuda a construir o futuro da organização e promove o engajamento e o desenvolvimento de uma equipe.

“A liderança não pode ser instituída com um cargo porque ela não é imposta. O liderado precisa aceitar”, diz Renato Ferreira, coordenador dos cursos de especialização da FGV-EASP, a escola de administração da Fundação Getúlio Vargas. Por esse mesmo motivo, segundo ele, nem todos os que ocupam cargos altos em uma determinada empresa são de fato líderes. “Aquele chefe que é respeitado por obediência, e não por influência, na verdade não é um líder”.

3 - O líder é uma pessoa extrovertida

Muita gente confunde exercício de liderança com carisma pessoal. “Muitas vezes as pessoas tímidas e intorvertidas são muito mais atentas aos detalhes e muito mais dedicadas. O que interessa, na verdade, é a profundidade técnica. É isso que diferencia um líder de um animador de auditório”, defende Macucci. Porém, isso não significa que os mais falantes não possam ser bons líderes, tudo depende do conteúdo, segundo ele.

4 - O líder tem que saber “falar bem”

Mais do que saber falar, alguém só é mesmo líder quando sabe ouvir, segundo o professor Renato Ferreira. “A liderança é um processo de conexão que vai além da relação formal estabalecida por modelos hierárquicos. Por isso, o líder precisa conhecer as necessidades das pessoas com quem ele interage”.

5 - O bom líder elogia em público e corrige em particular

De acordo com o professor Macucci, o feedback possitivo em público pode, às vezes, cruzar a fronteira da “bajulação”. Da mesma forma, ele diz que, em determinadas situações, o erro de uma pessoa deve ser exposto ao grupo para gerar aprendizado. “Mas isso precisa ser feito sem procurar culpados, para não gerar conflito”.

6 - O líder é aquele que tem servidores

A imagem do líder que tem vários subordinados e tem o poder de delegar muitas tarefas pode estar no imaginário de muita gente. Porém, “a relação é justamente inversa, líder é aquele que serve as outras pessoas”, afirma Fernando Jucá, sócio da consultoria Atingire.

7 - O líder deve ser amigo dos colaboradores

Não basta proteger e ser amigo. Um líder precisa influenciar e contribuir para o crescimento de quem ele comanda. “Aqueles que nos fazem ser melhores do que achávamos que podíamos ser é que marcam a nossa vida”, diz Jucá.

8 - Existe uma receita para a liderança efetiva

Estudar inúmeros livros com dicas sobre como se tornar um líder efetivo, não fará o menor sentido caso a pessoa em questão não conheça bem o time que ela pretende liderar. Segundo Ferreira, “para poder exercer influência sobre alguém, é preciso entender as suas características”. Segundo ele, a liderança varia de acordo com as pessoas e as situações.

Fonte: Revista Exame

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Dez perguntas para Marshall Goldsmith

Ter uma atitude positiva diante das adversidades é o melhor caminho para o sucesso na empresa e na vida pessoal, afirma o especialista americano em gestão Marshall Goldsmith

Autor de livros sobre sucessão e liderança, Goldsmith argumenta que identidade e reputação são também cruciais para ter sucesso no trabalho. “As pessoas devem ter claro quem são e o que querem ser e fazer para ser bem-sucedidas”

Como você resolve um problema? Marshall Goldsmith, coach americano de mais de uma centena de presidentes de empresas, diz que há apenas duas formas. Ou você acaba de vez com o problema ou muda sua relação com ele. Reconhecido como um dos mais influentes especialistas em gestão pelo ranking 50 Business Thinkers, da American Management Association, Goldsmith diz que a atitude positiva é a melhor forma de chegar ao sucesso e à felicidade no trabalho e na vida pessoal. O título de seu livro, Mojo, é uma expressão que Goldsmith usa para esse espírito positivo, que aumenta a capacidade de lidar com as adversidades.

1. O senhor diz que as pessoas têm duas alternativas diante de um problema: mudar a si mesmo ou a situação. Qual é a melhor?


Depende. Muitas vezes mudar a sua atitude perante a empresa ou perante os tomadores de decisão ajuda muito. Mas mudar a si mesmo não é inerentemente melhor ou mais fácil do que mudar a situação. Agora, uma questão é importante. As pessoas precisam aceitar que quem vai tomar decisões é quem tem o poder para isso. E se uma decisão tomada não pode ser alterada, é preciso aceitar esse fato e procurar outras formas de resolver o problema.

2. Que tipo de atitude deve ter alguém que está desestimulado?

As pessoas devem agir como vendedoras. Ou seja, precisam convencer os outros a fazer algo que lhes favoreça, porque também será bom para eles. É como um vendedor numa loja. Quando ele tenta comercializar uma camisa, não fala para o cliente comprar porque dessa forma ele ganhará uma comissão.

3. Em seu novo livro, o senhor descreve quatro fatores essenciais para ser feliz. E um deles é identidade. O que o senhor quis dizer?

As pessoas têm de saber quem são, o que querem ser e o que querem fazer para ser bem-sucedidas e felizes. Estabelecer os critérios mínimos para a felicidade é a melhor forma de verificar o que realmente importa e tem valor na vida. Uma pessoa bem-sucedida é aquela que ocupa a maior parte do seu tempo com atividades que a deixam feliz.

4. O segundo fator é a reputação. Qual a sua sugestão para que herdeiros construam sua reputação dentro da empresa do pai?

Minha sugestão é trabalhar com a mãe ou o pai e aprender quem são as pessoas-chave na empresa para a sucessão. Feito isso, o primeiro passo é começar uma relação pessoal e sincera com essas pessoas. Assim, o herdeiro construirá a sua reputação ao longo do tempo. No meu livro falo isso: construir uma reputação leva tempo, e para isso é preciso trabalhar com as pessoas-chave no negócio.

5. O senhor também diz que realização e aceitação são dois fatores que impactam o profissional e o pessoal.

Exatamente. Quando falo sobre realização, discuto o que faço pelo trabalho, mas também o que o trabalho faz por mim. Vamos falar novamente sobre o filho sucessor de um grande líder empresarial. É muito importante que essa pessoa tenha motivação para fazer o trabalho, mas é preciso averiguar também se ela se sente recompensada pelo trabalho e se gosta do que faz. Do contrário, a sucessão não vai dar certo. O outro fator é a aceitação. Em muitos casos, o empreendedor é uma pessoa que gosta de controlar a vida e gosta de fazer as coisas acontecerem. Talvez seu filho ou sua filha não tenham esse espírito. O pai precisa entender essa situação sem ficar desapontado, magoado ou bravo. Ele precisa aceitar que as pessoas são diferentes.

6. Normalmente, o pai é mais exigente com o filho do que com os funcionários. Na sua opinião, esse rigor é necessário e eficiente para a construção da reputação do filho na empresa?

A realidade é a seguinte. O pai ou a mãe são incrivelmente bem-sucedidos. E precisam ter certeza de que estão desenvolvendo um bom sucessor. Assumindo que o pai ou a mãe são os donos do negócio, é a decisão deles que vale. Não precisam justificar para ninguém. Mas se eles não têm todas as ações da empresa, a questão é diferente. Precisam explicar muito bem por que seus filhos serão os sucessores. Nesse caso, as expectativas dos pais serão naturalmente maiores, mas eles não devem exigir que o filho ou a filha sejam melhores que qualquer outra pessoa.

7. O sucesso do filho de um empresário bem-sucedido depende mais do jovem ou do comportamento do pai?

Não se pode dizer que depende apenas de um ou de outro. Pessoas bem-sucedidas gostam de vencer e têm a ideia da aposentadoria como algo muito remoto e indesejado. Ou seja, antes de dar espaço para o sucessor e se aposentar, elas precisam encontrar algo a que se dedicar. Por outro lado, é muito difícil para os filhos sucederem pais extremamente bem-sucedidos e ainda manter a própria identidade. Sempre há um envolvimento emocional muito grande. E quando a sucessão ocorre em uma empresa familiar e pequena, a carga emocional é ainda maior.

8. O que o senhor diria para o pai ou a mãe que deseja preparar seu filho para a vida profissional?

Tenha certeza de que seu filho realmente quer implementar aquele projeto de vida. Tenha certeza de que ele não está tomando aquela decisão somente porque está sendo estimulado a isso. A motivação para ser o sucessor do pai ou da mãe tem de partir do próprio filho. O pai tem de desafiá-lo a mostrar que é uma vontade própria, que ele realmente deseja aquilo. E deve compreender que a resposta para esse estímulo pode ser um não.

9. O senhor afirma que o otimismo atrai mais do que o pessimismo. Mas, nas empresas, é muito comum as pessoas não pensarem sempre positivo. Como elas devem se comportar?

Às vezes, as pessoas confundem assertividade com um comportamento no estilo Poliana. Mas é possível ter uma postura muito positiva e ser muito direto ao mesmo tempo. Um exemplo disso é um grande amigo meu, presidente de uma empresa. Apesar de ser sempre muito positivo, ele toma decisões muito difíceis e até polêmicas.

10. O senhor tem um coach que lhe faz algumas perguntas por dia para ajudá-lo a manter-se com esse espírito positivo. Poderia dar um exemplo dessas questões?

No final do dia, a primeira pergunta que você deve responder é quão feliz você foi hoje. As coisas que você fez ao longo do dia fazem sentido para sua vida? É um processo simples e que ajuda a entender de que forma você pode melhorar.

Tenha sempre em mente

A conscientização possibilita assumir o controle